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Archive for junho \28\UTC 2011

Conheça a História do Plim Plim da Rede Globo

A vinheta do Plim Plim foi criada para marcar a passagem de ida e de volta dos intervalos comerciais, mas a principal finalidade (pelo simples fato de que na época não havia recursos) era de avisar à todas as afiliadas da Rede Globo de quando haveria os intervalos, e com isso todas estariam sincronizadas,  esse recurso sonoro foi implantado durante o Festival Internacional da Canção. Antes essa entrada em rede era feita pelo telefone, e que acabou com o tempo tornando-se o branding sound da emissora.

O som foi encomendado em 1971 pelo diretor da emissora, José Bonifácio, o Boni, que desejava algo que também pudesse ser ouvido a quadras de distância e que fizesse a família voltar para a frente da TV.

Em 1997, o plim-plim ganhou vinhetas animadas feitas por cartunistas famosos como: Nani, Ziraldo, Chico Caruso, Millôr, Laerte, Jaguar, Santiago e Borjalo. Mensagens de cidadania, dicas de prevenção à AIDS e à dengue foram alguns dos temas abordados nas animações, que tinham duração de 30 segundos.

Mas se quiser se aprofundar mais nessa história, veja aqui a minha dissertação de mestrado sobre a História da Identidade Visual da Rede Globo: http://www.slideshare.net/BetoLima/a-histria-da-identidade-visual-da-rede-globo-1939482

 

O que o SOUND BRANDING pode fazer pela sua marca

Logo da Intel

Mais do que criar uma identidade sonora, o sound branding propõe levar o som da maneira adequada para todos os pontos de contato da marca com o consumidor.

Ainda pouco explorado no Brasil e no mundo, o conceito vem ganhando destaque por meio de companhias como (clique nos links para ouvir os temas):  Intel, Mercedes-Benz e Motorola. Por aqui, já somamos cases de marcas como Banco do Brasil, Embratur, Unimed e Fashion Mall.

A ideia é estruturar o projeto da forma como uma empresa de branding faria: estudando a marca, o público-alvo e vendo dados de pesquisas. Mas o sound branding vai adiante, mais precisamente até os atributos de personalidade, utilizando arquétipos.

Como se a marca fosse uma pessoa, as empresas definem artistas, estilos musicais e sons compatíveis com cada perfil. Assim, é possível alcançar o consumidor da maneira que mais lhe agrada.

“Na entrega, o sound branding sonoriza desde a chamada em espera até os filmes, passando pela cancela do shopping, o mobile, o online, o ponto de venda e o som do produto”, explica Zanna, diretora criativa e sócia da Zanna Sound: http://www.zanna.net/

A agência, sediada no Rio de Janeiro, é a primeira de som da América Latina e uma das 17 empresas do segmento no mundo associadas à Audio Branding Academy: http://audio-branding-academy.org/aba/ , fundada na Alemanha, em fevereiro de 2009.

Música para o coração

Para quem está interessado em apostar no conceito, o primeiro passo é entender as diferenças. A maioria das empresas ainda realiza o chamado “music branding”, o que significa estudar o mínimo sobre a marca e criar uma seleção musical para um evento ou ponto de venda.

O sound branding não cria apenas a assinatura sonora. Ele permite desenvolver elementos como uma música proprietária, aplicada na chamada de espera do SAC ou no filme publicitário, e uma rádio customizada para o ponto de venda.

A música também permite que a marca chegue ao coração dos consumidores, aquecendo a relação com o público e podendo tornar-se uma love brand.

Para comemorar os seus 200 anos, o Banco do Brasil transformou os conceitos ligados à instituição, como sustentabilidade, tradição e solidez, em sons que deram origem a um tema musical.

O mesmo foi realizado pela Zanna Sound para a Unimed-Rio, a partir de um estudo de branding feito pela agência Tátil. A Embratur também escolheu o sound branding para promover a marca Brasil  no mundo. O projeto deu origem ao tema musical do filme publicitário que divulga o país como destino turístico.

Já o Fashion Mall utilizou a metodologia para desenvolver a sua rádio customizada, com vinhetas próprias. Com a iniciativa, o shopping carioca conseguiu definir as diretrizes para o repertório, o tema musical e a voz da marca. O centro comercial ganhou ainda sons para a cancela e chamada em espera bem diferentes do tradicional e um evento proprietário, o Fashion Gigs.

Sem errar

Com o sound branding também é possível atuar nas escolhas de patrocínio, ao definir a personalidade de uma marca. Se a conclusão é de que a empresa está mais ligada à música clássica, por exemplo, não seria recomendado associar a imagem a um evento de rock ou samba. O que pode parecer óbvio, ainda é explorado de forma superficial. Mesmo que a comunicação esteja baseada na relação áudio-visual, o segundo pilar acaba ocupando a maior parte dos investimentos.

O ideal seria que o áudio, de fato, tivesse 50% de importância nesta equação. “Na loja, uma marca pode perder até 28% das vendas em função de um som inapropriado e o aproveitamento dos funcionários cai em até 60% quando ele trabalha em locais com muito impacto sonoro”, destaca Zanna.

Os canais de atendimento por telefone também são lembrados pela profissional. “Quantas pessoas ligam para a sua empresa por dia? Este é um ponto de contato puramente sonoro que não está sendo cuidado”.

Quando a atenção e os investimentos sobre estes pontos crescem, a primeira vantagem é o aumento da percepção da marca. O quase amadorismo e a falta de informação do mercado, no entanto, acabam resultando em erros comuns. Não adianta olhar para o mercado e querer fazer igual.

“Muitas vezes o cliente, por desconhecimento, pede que uma produtora crie a assinatura sonora como a da Intel. Este é o maior erro, a Intel é a Intel. Se a natureza do negócio é diferente, o som também será diferente. Cada marca é uma marca e precisa ser estudada. É uma questão de lógica. Usamos as pesquisas para saber como o público percebe determinado som e se estamos no caminho certo. Depois de tudo isso, a empresa está pronta para vestir a marca de som em qualquer ponto de contato”, diz Zanna.

Fonte: http://migre.me/58kpU

Os 4Es de Marketing e Branding

Os 4Es de Marketing e Branding

Escrito em português e inglês, ele inova em muitas outras coisas. O livro é resultado da parceria intelectual entre um brasileiro e um americano e mostra que Branding vai muito além do design, integrando-se aos aspectos de marketing e vending e influenciando fortemente os resultados que a marca e seus detentores podem alcançar a curto, médio e longo prazos.

Autores:

Augusto Nascimento – Foi professor da ESPM de São Paulo por 17 anos, famoso por suas palestras, estilo arrojado e provocador. Profissional de destaque no Brasil, é CEO da BBN Brasil, agência de consultoria de branding e brandvertising. Robert Lauterborn – Autor de vários livros, como o conhecido “Integrated Marketing Communications”, lançado em 1993. O conceito criado por ele há quase duas décadas, tornou-se moda agora, em Cannes. Lauterborn criou também o conceito “Os 4 Cs de Marketing”, publicado em um lendário artigo no jornal Advertising Age nos anos 1990. Hoje, ele é professor na Universidade da Carolina do Norte, EUA. – http://rlauterborn.com

Fonte: http://www.augustonascimento.com.br/os-4es-de-marketing-e-branding/

A hora de mudar a marca

 

Embalagem antiga e a nova do Pó Royal

Pense nas marcas que, de alguma forma, fazem parte da sua vida. Preste atenção nas primeiras que vêm à cabeça. Elas ficam na memória por um motivo. Porque fazem parte do seu dia-a-dia, ou marcaram algum momento importante. Ou porque transmitem uma mensagem em que você acredita.

Uma marca pode ser um sabão em pó que resolveu a sua vida. Pode ser o brinquedo que o seu filho leva pra todo canto. Pode ser uma ONG com uma causa tão interessante, que já fez você pensar em largar tudo e sair panfletando por aí, defendendo a mesma idéia.

Isso se chama relacionamento. Quando se atinge esse nível de comunicação e um produto passa a compartilhar momentos, emoções, crenças e valores com as pessoas, se cria uma marca. Através dela, um produto é capaz de comunicar-se com as pessoas em um nível mais profundo, é capaz de inspirar.

Mas, como em qualquer relacionamento, uma marca precisa evoluir, acompanhar as mudanças de seu público para não correr o risco de se desgastar. Toda marca corre o risco de ficar associada a idéias antigas ou não acompanhar as expectativas e desejos das novas gerações.

Quando o que a marca diz deixa de ter significado para o seu público e não responde à sua estrutura de negócios, ela fica obsoleta.

Revitalizar uma marca é um processo diferente de uma mudança. Mudar a fórmula de um produto, criar uma nova embalagem, decidir trocar o nome ou criar anúncios revolucionários são mudanças que, sozinhas, podem ser impactantes, e até mesmo resultar em acréscimo de vendas. Mas uma mudança de longo prazo é uma decisão importante. Só quando é feita de forma global, com uma estratégia bem definida e uma visão abrangente, ela pode ser chamada de branding.

O branding é a disciplina responsável por entender o que há de único em uma marca – a sua essência. E, a partir dela, alinhar todas as iniciativas de comunicação, da propaganda à embalagem e promoção em uma mensagem clara, única e consistente.

Revitalizar uma marca com o olhar do branding é partir de sua essência para vê-la sob uma nova perspectiva. A partir dessa nova visão, a marca é capaz de ser essencialmente a mesma, mas transmitindo um discurso relevante para todos os seus públicos.

Ao humanizar as relações entre os produtos e seus públicos, o branding é capaz de transformar consumidores em pessoas, produtos em experiências, identidades em personalidades, comunicação em diálogo e serviço em relacionamento. O branding é a ponte que liga o universo das marcas ao universo humano.

Um relacionamento humano é uma via de mão dupla. A marca se comunica e ouve o que as pessoas têm para falar. Esse retorno é a chave para que a marca identifique o que é preciso para se manter sempre atual, importante e viva na memória das pessoas.

Fonte: http://www.anacouto.com.br

O Pó Royal, ao completar 80 anos, em 2003, já tinha passado por uma modificação: sua lata teve a altura reduzida e a largura aumentada. E agora, aos 85anos, a embalagem de metal, redesenhada pela Narita Design: http://www.naritadesign.com.br ,  deu lugar ao plástico, que ganha formas anatômicas, além de maior facilidade para ser aberto ou fechado. Auxiliando as usuárias, a nova tampa também serve como medidor, equivalendo a uma colher de sopa, o que antes não era possível porque a colher simplesmente não entrava na lata.

Branding: que faz uma marca acontecer?

Logo da Apple

Uma marca não acontece por acaso, mas sim decorrente de uma série de fatores. Planejamento estratégico é o principal? Também. Se pararmos para pensar nessas marcas seculares e que hoje têm valor estimado muito alto, dá pra se perguntar: quando esses produtos foram lançados, existia planejamento e posicionamento da marca?

Os tempos são outros, e hoje é impossível entrar no mercado sem prévia avaliação da onde se está inserindo. Demanda a análise de concorrência, forças, fraquezas, a chamada análise SWOT – do inglês, Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças). Quando uma marca é gerenciada por um profissional de branding, existem alguns aspectos que, se bem trabalhados, fazem com que ela apareça no mercado na frente de seus concorrentes.

A qualidade do produto oferecido (seja um objeto palpável ou um serviço prestado) hoje está sob constante julgamento dos clientes, especialmente quando estes estão em redes e mídias sociais, onde a propagação de informações é alta. A qualidade também não diz respeito somente ao que é entregue, mas a todo o processo de venda, desde à oferta, os prazos de entrega, facilidades, dinâmica do serviço (no e-commerce, por exemplo), o produto em si  e também o pós-venda. Hoje não é mais somente o ato de vender, mas toda a relação que é criada com o cliente objetivando satisfazê-lo. Um cliente satisfeito é garantia de feedbacks positivos.

O foco no cliente é outro aspecto. Para posicionar uma marca é importante saber que o cliente é quem faz a sua marca acontecer. É ele quem compra suas ideias, quem paga pelo que você oferece e também é quem tem o poder de voz e vai dizer por aí tudo de bom (ou ruim) que ele tiver de impressão sobre a sua marca. Como disse o autor e designer Marty Neumeier, “sua marca não é o que você pensa que ela é, mas sim o que dizem que ela é”.

Porque oferecer a mesma coisa, da mesma forma que o seu concorrente? Diferenciar é preciso senão ambos acabam se tornando commodities para o mercado. Ir em busca da diferenciação vai delimitar seu espaço no mercado e te fará menos vulnerável às investidas da concorrência a longo prazo.

Por último, é importante inovar. Diferente de diferenciar, que é oferecer o mesmo serviço de outra forma, inovar é trazer uma proposta diferente para os seus clientes. Com uma visão diferenciada e consciência de que se voltar para o design é importante para se destacar no mercado, para criar novas necessidades e por consequência criar novos nichos de mercado.

As empresas ainda estão aprendendo a usar o design como ferramenta de posicionamento no mercado, mas já estão atentos a quesitos básicos como estes, que mostram a preocupação em atender o cliente da melhor forma possível, mantendo o foco nele e oferecendo um serviço de qualidade, inovador e de forma diferenciada. Depois disso, cabe aos empreendedores entender a importância da experiência de design para a aquisição de novos (e satisfeitos) clientes e, posteriormente, a fidelização dos mesmos.

Texto: Luisa Moratori http://twitter.com/#!/luisamoratori

Fonte: http://www.omelhordomarketing.com.br/branding-que-faz-uma-marca-acontecer/#more-2563 

10 mascotes que ajudaram a popularizar as marcas

Tony The Tiger

Tony The Tiger nasceu em 1952 para promover a marca de cereais Sucrilhos, da Kellogg’s. O tigre foi escolhido em uma disputa que incluía, além dele, um elefante, um gnu e uma canguru chamada Katy.

Na década de 60, Tony passou por suas primeiras mudanças visuais, ganhando formas mais arredondadas e um traço mais marcante. Nessa época, o tigre protagonizou o anúncio “Você é um bom caçador de tigres?’, premiado em 1964.

Em 1972, a marca Sucrilhos aumenta a família de Tony, que ganha uma esposa. Dois anos depois, no ano do tigre no horóscopo chinês, nasce Antoinette, primeira filha do casal.

Em 1983, uma nova mudança no visual do tigre deixa-o um pouco mais musculoso. O “descolado” mascote passa então a ser usado para incentivar a prática de esporte entre as crianças.

No início da década passada, Tony The Tiger foi considerado pela revista Advertising Age como um dos dez maiores personagens do século 20.

Assolino

A Assolan não era lá muito conhecida até 2002, quando resolveu disputar agressivamente por uma fatia maior de mercado. O alvo foi a Bom Bril, líder absoluta na categoria de esponjas de aço. Foi nesse contexto que o mascote da marca foi criado: uma embalagem animada do produto, com olhos, pernas e muito rebolado. Nascia o Assolino.

Criado pela agência Africa, de Nizan Guanaes, o personagem virou “fenômeno” dançando músicas de artistas conhecidos no Brasil, como Calypso, Latino e Rouge. Devido ao enorme crescimento nas vendas alcançado com a estratégia, o slogan  – antes somente “Assolan – o fenômeno” – foi modificado para: “Assolan: o fenômeno que não pára de crescer”.

Bibendum ou Bib

O personagem Bibendum – ou Bib -, símbolo da Michelin, surgiu em 1898. A idealização do boneco começou involuntariamente anos antes, quando os irmãos Michelin observavam uma pilha de pneus de diferentes dimensões em seu estande, em uma exposição em Lyon. A aparência corpulenta formada pela pilha chamou a atenção de Edouard e André, que se lembrariam da imagem na hora de criar o mascote da marca.

Famoso no mundo todo, Bibendum pode ser visto em campanhas, adesivos, cartazes e até mesmo nos pneus produzidos pela Michelin. Em 2000, o mascote foi eleito pelo jornal The Financial Times e pela revista Report On Business como o melhor logotipo do mundo.

O nome Bibendum tem origem na frase latina “Nunc est bibendum” (Bebamos agora). Antes mesmo da criação do mascote, André Michelin costumava pronunciar a frase “O pneu bebe o obstáculo” como forma de defender as qualidades dos pneus de sua companhia.

Bocão Royal

Quem nasceu na década de 80 ou 90 vai se lembrar facilmente do jingle “Abra a boca, é Royal!”, das gelatinas da marca. Veiculado pela primeira vez em 1988, o comercial ainda não contava com a ilustre presença do personagem Bocão.

O boneco vermelho em forma de gelatina entrou para a equipe da Royal no ano seguinte, em 1989, como estratégia da empresa para aumentar o consumo do produto entre as crianças, associando alimentação a diversão.

Chester Cheetah

 

O mascote Chester Cheetah surgiu em 1986 como um guepardo antropomórfico e de personalidade “dissimulada”, capaz de fazer loucuras para comer o salgadinho Cheetos, da Frito-Lay – no Brasil, o produto é comercializado pela Elma Chips.

Na década de 90, o personagem inspirou dois jogos de videogame criados pela empresa Kaneko: “Chester Cheetah: Too Cool to Fool” e “Chester Cheetah: Wild Wild Quest”. A aparição do imprevisível guepardo nos games foi responsável por popularizá-lo – ele e o produto da Elma Chips – entre os consumidores brasileiros, que até então conheciam o salgadinho por meio dos ratinhos da Queijolândia.

Em 1994, Chester Cheetah ganhou as embalagens do Cheetos.

Cofapinho

 

Cofapinho, o cãozinho da raça bassê personagem da marca Cofap, virou um dos principais ícones da publicidade brasileira em 1989. Foi quando a companhia de amortecedores lançou o mascote em suas campanhas como estratégia para aproximar-se do consumidor final.

Criada pela então W/Brasil, de Washington Olivetto, a campanha associou o “salsichinha”, como a raça é conhecida no Brasil, ao slogan: “O melhor amigo do carro e do dono do carro”.

Os comerciais mostravam o mascote usando um capacete em situações engraçadas, fazendo manobras ousadas sobre um carrinho e geralmente deixando cães de outras raças para trás em disputas.

Resultado: a marca ganhou confiabilidade e ainda tornou-se mais amigável aos olhos dos brasileiros.

Bunny

 

O coelho, além de ser símbolo de longevidade e velocidade, também é sinônimo de discórdia para as marcas Duracell e Energizer: as duas optaram pelo uso do mascote em cor-de-rosa para comunicar aos consumidores que suas pilhas eram de longa duração.

Em disputa pelo personagem, a saída foi uma separação de mercados em que cada marca ganhou o direito de usá-lo em lugares específicos. Nos Estados Unidos, o personagem é usado pela Energizer, primeira a utilizar a imagem naquele país. Na Europa, quem se apresenta com “Bunny” – nome dado pela marca ao coelho de brinquedo – é a Duracell. E assim também acontece no Brasil.

Em tempo: o coelhinho cor-de-rosa da Duracell foi criado em 1973; o da Energizer, em 1989.

Lequetreque

 

Lequetreque, o mascote da Sadia, foi criado em 1971, como parte da estratégia da empresa para popularizar seu frango defumado. O produto já vinha temperado e podia ir direto para o forno, reduzindo o tempo de preparo. Daí a ideia de se criar um personagem ágil, com capacete e óculos de motoqueiro.

A primeira peça publicitária para TV mostrava o franguinho – ainda sem nome – socorrendo uma dona de casa em apuros na hora de preparar o jantar.

Em 1985, o nome Lequetreque foi escolhido por meio de um concurso entre consumidores. Ao longo dos anos seguintes, o personagem foi ganhando ares mais modernos condizentes com cada época. Em 2007, o mascote teve sua mudança mais significativa: ganhou uma versão em três dimensões (3D).

De cara nova, Lequetreque passou a ser chamado somente de Mascote Sadia, reforçando mais a marca.

Quik Bunny

 

O simpático coelho que promove a marca Nesquik foi criado em 1973, 25 anos após o lançamento do produto no mercado americano, que na época recebeu o nome de Nestlé Quik, vindo do inglês ” quick” (rápido, veloz). No Brasil, Nesquik chegou em 1980.

No seu “nascimento”, Quik Bunny usava um colar azul na forma da letra Q. Com o tempo, o coelho foi ganhando roupas e passou a vestir uma camiseta amarela com a letra N em azul. Em algumas situações, também aparece usando boné.

Quik Bunny é um exemplo de mascote que marcou a infância de quem tem hoje por volta de 30 anos.

Ronald McDonald

 

Ronald McDonald apareceu pela primeira vez em 1963, nos restaurantes da rede McDonald’s em Washington (EUA), mas foi só em 1967 que o palhaço tornou-se o porta-voz oficial da marca.

Quando surgiu, o mascote tinha um visual totalmente inspirado em produtos da própria rede: o chapéu era, na verdade, uma bandeja com um hambúrguer, um milk-shake e um saquinho de batata frita, o nariz tinha o formato de um copo da rede, e os sapatos se pareciam com pãezinhos. O nome Ronald surgiu de uma forma simples, quase por acaso, porque rimava com McDonald.

No Brasil, Ronald estreou em 1979, quando o primeiro restaurante da rede foi inaugurado no país, no Rio de Janeiro. Foi também o primeiro McDonald’s da América Latina.

No mês passado, centenas de médicos americanos assinaram uma carta aberta em que pedem a “morte” do palhaço Ronald. O argumento do grupo é de que a rede de fast-food contribui para a obesidade infantil ao promover seus produtos entre as crianças.

A rede defendeu seu mascote: ” Ronald é um embaixador a serviço do bem, que dá mensagens importantes às crianças sobre segurança, alfabetização e um estilo de vida ativo e equilibrado”.

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/10-mascotes-que-ajudaram-a-popularizar-as-marcas?p=1#link

 

 

 

 

 

 

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